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08 junho 2014

Umm Kalthoum Museum, dizer mais o que...


Gente, achei um vídeo sobre o Museu Oum Kalthoum (Umm Kalthoum Museum), um tour por dentro do museu e da diva da "Voz do Egito".

Há um belo artigo nesta revista virtual muito interessante, em inglês sobre cultura dos países árabes
Saudi Aramco - https://www.saudiaramcoworld.com/





O texto na íntegra - https://www.saudiaramcoworld.com/issue/201201/um.kulthum.the.lady.s.cairo.htm



Assista ao video 

 

Há um site oficial egípcio, mas em árabe - http://www.umkalthoum.gov.eg/

 

29 abril 2012

Feliz dia da Dança - Expresso a ti em poesia...

Hoje dia 29 de abril é Dia da Dança e para marcar, me mpolguei e escrevi uma poesia para a dança do ventre que amo, então segue, e dancem...



Minha alma pela dança do ventre, ou como queiram chamar...

Comemorar a dança, é comemorar aquela alma inquieta dentro de nós,
a espera de um som para se manifestar en nosso corpo,
seguindo os nossos instintos e percepções
Oh alma inquieta e delirante...
Te amo como tu me amas ao me fazer movimentar-se
sem receio, e ás vezes no controle,
mas admitamos, no transe único de encanto é onde tu me ganhas...
eu não rio, dou gargalhadas do que me fazes sentir,
Ai que delícia de sentimentos, sensações, que êxtase...
em shimmies, tremidos, braços incontidos diante da mensagem da música
me comunico...
com quem? ora, comigo, ou com com voce, melhor ainda, com ambos
pois quero expressar o que sinto a outros
e quero estes outros tão fascinados quanto eu estou,
não sei quem são, agora nem sei quem sou eu
sou uma alma dançante
ao som de um chamado para além do meu espaço geográfico,
me identifico como se minha alma fosse a deste lugar
Me fascina os teus mercados, a tua gente, a tua areia
é minha casa, sei que é, eu posso sentir quando os teus preciosos
de outrora e sempre cantam, sei que me chamam,
a que? a expressar suas palavras em meu corpo
Ah dança do ventre, raks sharki, como te chamarem...
Sou sua, só sua, e assim serei para sempre.


29 março 2012

Por que eu amo a Dina ??!!!??

Sei dizer exatamente o que adoro nesta mulher, com certeza a sua beleza e naturalidade ao dançar, é a Dina... Uma construção especial na exatidão de sua existência, suas experiências, sem a possibilidade de cópia. Quem diz que existe não sabe quem é a Dina, olhar não é enxargar...




Ela é alegre, ousada, empática, pega a música e a coloca no corpo e retransmite de um modo único e brilhantemente especial.



Seu olhos são especiais, sua risada para o público que corresponde é sem igual, a intérprete mais carismática de Oum Kalthoum, sem dúvida.

Sempre senti a sua capacidade de ir além, sempre me pareceu diferente, e agora graças à Lalitha do blog Ventre da Dança estou tendo a possibilidade de saber mais de sua vida, através de sua bibliografia que conta de sua infância à sua vida cmo bailarina até então.


 

É um material lindo, pois conta como a Dina superou uma vida cheia de limitações que lhe tiraram do convívio de sua mãe que acreditava estar morta até um casamento para controlá-la... Dina  foi revolucionária na vida como mulher e como bailarina, e isto a faz única, especial e nada melhor que o seu relato para nos esclarecer o que mudou no  Egito das últimas décadas para a sociedade e para as bailarinas.

E claro, gosto da Dina pelo modo como ela demonstra a música, não preciso e não quero ver o malabarismo da "teoria ocidental de modismo", tenho horror a isto, quero ver a música, a forma pessoal dela lidar com a música. Dina é uma referência de dança até hoje porque ela não simplesmente dança uma música, ela a ama, a demonstra com a liberdade que merece, e é isto que a faz única no meio de tantas malabaristas e suas cópias, pois se tirar uma e colocar a cópia nem se percebe a troca...




O livro  Ma liberté de danser só está disponível em francês, vamos torcer para que apareça logo em inglês e daí a gente faz a festa, mas até lá vamos nos deliciar com os resumos do blog sobre o livro.


 

 

17 fevereiro 2012

Randa Kamel: Saidi & Baladi


Alguns videos de Saidi e Baladi com Randa Kamel






 



 



DINA SAIDI INTERNATIONAL CAIRO FILM FESTIVAL 1990 NA

Um video para guardar na listinha...

23 dezembro 2011

HUMOR: Diário do Egipto: Notícias do Egipto.O caso dos ladrões ale...

Fonte: Diário do Egipto:
Notícias do Egipto.

O caso dos ladrões ale...
: Notícias do Egipto. O caso dos ladrões alexandrinos que mereciam um Óscar de Hollywood. Se há qualidade que não falta aos egípcio...

Thursday, December 22, 2011





Notícias do Egipto.






O caso dos ladrões alexandrinos que mereciam um Óscar de Hollywood.


Se há qualidade que não falta aos egípcios é a IMAGINAÇÃO e uma capacidade assustadora para REPRESENTAR de forma tão convincente que deixaria o Anthony Hopkins e a Meryl Streep desempregados, caso competissem com os egípcios nas lides teatrais.




O carácter neptuniano deste povo, com seus enlevos mentais, divagações poéticas, extremismos românticos, amor pela evasão e pelo sonho têm muito que se lhe diga.

O sentido de humor é outra arma de sobrevivência deste povo que tem, para não enlouquecer totalmente, de rir-se das maiores barbaridades e até do sofrimento.
Saiu nos jornais, há cerca de uma semana atrás, a notícia de um par de ladrões de Alexandria que roubaram um táxi da seguinte maneira:

Um taxista fazia a sua ronda pela cidade (numa zona permeada por cemitérios islâmicos), buscando potenciais clientes. Entrou um homem para o veículo, indicando onde pretendia ir. Poucos metros depois deste primeiro cliente ter entrado, outro homem mandou parar o táxi pedindo a mesma direcção do cliente que já se encontrava dentro do táxi.
No Egipto, é comum um mesmo táxi levar um ou mais clientes simultaneamente, se os seus destinos pretendidos forem idênticos ou ficarem na direcção um do outro.

O taxista parou o veículo para recorrer o segundo potencial cliente e perguntou ao primeiro se este se importava que levassem outra pessoa, visto que ambos se dirigiam para a mesma zona.

O cliente original, sentadinho que nem um anjo no banco de trás do carro, sorriu docemente e disse que não, não se importava nada, que deixasse lá entrar o homem que eram todos compatriotas e amigos e coisa e tal.

Postos a caminho, o taxista comentou com o segundo cliente que teria de levar o senhor do banco de trás ao seu destino e que depois seguiriam para o local onde ele queria ir. Teriam de dar prioridade a quem entrou primeiro no táxi, como manda o código cortês dos taxistas egípcios.